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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Analise: Mortal Kombat 9





Finish Him!

Saudosismo. Talvez esse seja o sentimento que sempre tive quando se tratava de Mortal Kombat. Ora bolas, quando você lembra dos primeiros games da série, do quão divertido eles eram, das risadas sinistras no fundo do jogo quando você acertava aquele uppercut no adversário, a clássica frase, ‘finish him’, enfim, tudo fazia com que a lembrança dos divertidos kombates viessem a tona. Daí, mais de uma década depois, surge um novo título com o simples nome, Mortal Kombat!
Esse novo Mortal Kombat demonstra uma mistura do clássico é divertido combate com as novidades tecnológicas possíveis graças ao hardware do PS3 e à criatividade de seus produtores. É um jogo para lutadores que gostam de uma boa competição! E mesmo com alguns desequilíbrios do modo single player, o jogo é excitante, desafiador, viciante e cheinho de sangue!
Não vamos fazer a velha fórmula de explorar primeiramente a história, pois o roteiro de Mortal Kombat conta com meio-dragões, ninjas do gelo, Deus do trovão e uma policial com um colete embutido que chama atenção toda a vez que ela se move, se é que você me entende! Nesse game você ira reviver eventos de Mortal Kombat 1, 2 e 3. Assim, quem nunca jogou a série não se sentirá perdido.
Mas, se mesmo assim você quer saber um resumo... O perverso Shao Kahn está devastando o mundo! Daí ele praticamente mata tudo mundo até o final da história, e para lutar contra isso, Raiden manda uma mensagem através do tempo para evitar que isso aconteça, ou seja, você terá que mudar o curso da história. É um enredo bem fraco se comparado a outros Mortal Kombat que já vimos no decorrer dos anos, por isso tenha certeza que o foco aqui é a diversão e batalhas.



Mortal Kombat retorna ao plano 2D, que realmente é a melhor forma de se jogar a série. Você poderá lutar em confrontos 1-vs-1 ou em Tags team (duplas), o que significa que vcoê3 terá muitas opções de luta para caba batalha. Cada personagem tem uma série de movimentos básicos e especiais, tornando a tarefa de executar combos mais fácil que nos últimos games, o que empolga ainda mais. Basta apenas um pouco de prática e timing para que você já se torne um lutador kompetitivo!
O que poderá decidir uma batalha mais equilibrada é a super gauge (a barra que vai enchendo na medida em que você recebe ou causa dano). Essa barra é dividida em três segmentos e esses por sua vez pode ser gastos em diferentes formas. Gastando um segmento seu personagem melhora suas habilidades especiais, disparando mais projéteis que o normal ou causando mais dano num golpe simples.  Se você preencher a barra e gastar dois segmentos, você poderá quebrar um combo do adversário. Essa é uma opção de defesa que pode salvar vidas, principalmente naquele final de combate que ambos jogadores estão com pouquíssimo life! E se você gastar toda a barra, e acertar o golpe em seu adversário, você desfere um golpe raio-x, onde será possível ver o corpo do adversário quebrando por dentro, o que causa bastante dano! Mas esse é um movimento bem arriscado, pois se você errar, você se encontrará numa posição onde não há barra especial para gastar! Por isso, tenha cuidado!
A jogabilidade de Mortal Kombat tem algumas boas diferenças daquela que você, jogador acostumado à série ou mais experiente em games de luta, está acostumado. Jogos mais fluidos como Street Fighter ou King of Fighters tem mais velocidade, mas, mesmo assim, Mortal Kombat é sensacional! Combos e golpes bem aplicados aqui são mais interessantes de ver nesse game do que em qualquer outro! E em se tratando de detalhes, o som e ambientação de Mortal Kombat são primorosos!
Então, imagine um game onde você tem milhares de coisas para destravar, com fatalities sangrentos, efeitos irados, e a habilidade de jogar com amigos localmente ou online! Irado não? Claro que é bem melhor jogar com amigos de forma local, pois você não enfrenta nenhum lag. O único problema do jogo fica por conta do desequilíbrio no modo single player, que é gritante às vezes. Existem momentos onde você é jogado em batalhas tag, sendo que eles esquecem que para uma batalha tag é necessário que ambas as equipes tenham duas pessoas e não somente a deles! Isso sem mencionar chefões que quebram quaisquer regras que existam para personagens convencionais e que não sofrem efeitos que qualquer outro personagem sofreria...
Tudo bem que em outros games da série sempre há um momento desequilibrado, mas dessa vez pegaram pesado! Mas, se você é um Kombatente de verdade e gosta de um bom desafio, fique esperto que esse é seu lugar! Desafio e testes de paciência é o que não faltam nesse single player! Outros problemas são bem menores perto desse, como a inabilidade de poder pausar ou pular as cutscenes, obrigando você a ficar na frente da tela pra não começar uma luta sem perceber.
Fora isso, Mortal Kombat é um jogo necessário para qualquer fã da série ou apreciadores de games de luta! Sempre é bom jogar contra alguém, e disputar partidas equilibradas onde todos tem uma chance se dar um fatalite no final do kombat! Então, mesmo com um single player de tirar o fôlego (e os cabelos...), esse é um retorno digno à série tão querida por todos os amantes dos fighting games!


FIGHT!

Plataforma: Playstation 3 / X-Box 360
Data de Lançamento: 19/04/2011
Distribuída por: Warner Bros Interactive
Desenvolvida por: NetherRealm Studios
Gênero: Luta
ESRB Rating (censura): M(mature, para adultos)
Nota: 9.0 / 10.0
Fonte de vídeo: YouTube
Por: Anderson Dias / Redator: Jeancarlos Silva Mota

Historia dos Consoles (video games).

A historia dos consoles.


Hoje em dia, a discussão entre os adoradores do videogame gira em torno de três consoles: XBox 360, PlayStation 3 e Nintendo Wii disputam os corações dos gamers com características diferentes, mas tendo em comum a alta tecnologia e a busca por jogos cada vez mais próximos da realidade.

Mas nem sempre foi assim. Antes de chegarmos às máquinas atuais, muitos videogames foram criados, divertiram milhares de pessoas e acabaram extintos com a chegada de novidades.

Conheça, abaixo, um pouco da história dos jogos eletrônicos e os consoles mais bem-sucedidos nesses pouco mais de 50 anos desde os primeiros games.
1958
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Foi nesse ano que o físico Willy Higinbotham, criou o primeiro conceito do que depois viria a se tornar o videogame. Era um jogo de tênis bastante simples, chamado "Tennis Programming", que rodava em um computador analógico e era mostrado em um monitor de 15 polegadas. O projeto, entranto, não foi patenteado e nem todos consideram Higinbotham como o criador dos games.
1962 
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Quatro anos depois, alguns cientistas do MIT se inspiraram em livros de ficção cientifica para criar outro jogo, o Spacewar!. O game rodava em um computador chamado DEC PDP-1 que, na época, custava US$ 120 mil. Ele disputa com Tennis Programming o título de primeiro jogo eletrônico já criado.
1968
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Foi em 1968 que surgiu a primeira máquina capaz de rodar jogos eletrônicos na TV, ou seja, foi aí que surgiu o conceito dos videogames atuais. O protótipo foi chamado de Brown Box e rodava jogos de futebol, voleibol, ping-pong e tiro.
1972 
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Chega aos Estados Unidos o primeiro console de videogame, o Odyssey 100, fabricado pela Magnavox, subsidiária da Philips holandesa. Existiam 12 jogos para o console, que podiam ser trocados pelo usuário por um mecanismo mais rudimentar que os cartuchos. Apesar da simplicidade, o equipamento oferecia um rifle opcional, para os jogos de tiro. Curiosidades interessantes sobre o Odyssey 100 são a necessidade de se anotar os pontos dos jogos tinham (e por isso folhas de papel acompanhavam o jogo) e que os usuários tinham de colocar cartões em frente à tela da TV para simular o campo do jogo (em um jogo de tênis por exemplo, colocava-se uma cartão verde para parecer grama). 
1974
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O Odyssey 100 não fez muito sucesso comercialmente, mas os desenvolvedores não desistiram. Dois anos depois, foi criado o "Home PONG", extremamente bem-sucedido e seguido por alguns “clones”. 
1977 
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O mundo dos videogames chega ao Brasil, com o lançamento do Tele-jogo, da fabricante nacional Philco. Baseado no mesmo chip usado no Pong, o console trazia apenas três jogos: futebol, tênis e paredão. 

No final desse mesmo ano foi lançado o AtariVCS (Video Computer System), depois chamado de Atari 2600. O console revolucionou a indústria dos games e transformou-se em um dos ícones culturais da década. Com 128 bytes de memória e 1.19 Mhz de velocidade no processador e na placa de vídeo, ele conquistou definitivamente o público. 
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1978 
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Arma da Magnavox para combater o sucesso do Atari, o Odyssey 2 era inferior tecnicamente ao concorrente, com um processador lento e imagens mais quadradas do que nunca. Algum tempo depois, foi lançado o acessório chamado de "Voice Module", que permitia aos jogos incorporarem "sofisticados" recursos de voz – uma grande novidade para a época. A campanha de marketing do Odyssey 2 no Brasil também apostou nos recursos sonoros do equipamento. 
1979 
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Surge nesse ano o Microvision, primeiro videogame portátil. Sua base permanece inalterada até hoje: baterias, tela de cristal líquido, cartuchos, controles e botões no próprio aparelho. A diferença é que o portátil só conseguia gerar gráficos em preto e branco, e que os chips estavam nos cartuchos e não no console.
1980 
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A Mattel, uma das maiores fabricantes de brinquedos dos EUA, resolve entrar no mercado de consoles e lança o Intellivision, mais um potencial concorrente do Atari 2600. Com processador de 16 bits, o aparelho tinha melhores gráficos e resolução (160x92 pixels, 16 cores, 8 sprites) que o seu concorrente. Inicialmente, foram lançados 12 jogos. 

Um dos acessórios mais interessantes – e vanguardistas – do equipamento foi o Play 
Cable, que permitia às companhias de TV a Cabo venderem jogos sob demanda para os usuários domésticos. 
1982 
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Neste ano surgiu a terceira geração dos videogames, com a chegada do ColecoVision. Com um hardware parrudo para sua geração e uma ótima seleção de jogos, ele conseguiu ameaçar o reinado do Atari 2600. 

No mesmo ano, para se defender, a Atari lançou o 5200, que usava o hardware do computador Atari 400. O maior entrave para sua disseminação foi, entranto, os controles, quer prejudicavam a jogabilidade e quebravam muito facilmente. 
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1983
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Um ano histórico, afinal, foi quando o surgiu, no Japão, o NintendoFamicom (Family Computer), console que mais parecia um brinquedo infantil e que deu origem ao Nintendo Entertainment System (NES), que chegou ao mercado norte-americano em 1985. Com 8 bits, ele dominou o mercado de videogames até o início dos anos 90, com o surgimento da quinta geração de máquinas. Uma das principais curiosidades do console é um de seus acessórios, a Power Glove, uma luva que permitia ao jogador um pequena sensação de realidade virtual ao mover o braço e os dedos e comandar a ação do jogo. Teria sido aí que surgiu a idéia do Wiimote?

1986 
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Até então focada nos arcades, a Sega entrou no mercado de consoles domésticos em 1986, com o lançamento do Master System. O console, com design moderno, bons gráficos e alta qualidade de som, tinha tudo para ser um sucesso. Porém, devido aos contratos de exclusividade que a Nintendo firmou com a grande maioria dos desenvolvedores de jogos, o Máster System não tinha muitos títulos e, por isso, não conseguiu ganhar espaço do NES. 

Já no Brasil, a história foi bem diferente. Lançado localmente em 1989 pela TecToy, o Máster System fez muito sucesso, especialmente devido ao preço baixo, ao suporte local e à existência de jogos nacionais. 
1988
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Surge uma nova geração de consoles com o lançamento do Mega Drive, da Sega, primeiro videogame de 16 bits (conhecido nos Estados Unidos como Gênesis). Com design futurístico e um processador Motorola 68000 (o mesmo dos micros AMIGA 500), que rodava a 7.67 Mhz, o Mega Drive fez muito sucesso. No Brasil, trazido também pela TecToy, foi um dos preferidos na década de 1990. Seu sucesso local foi tão grande que 13 anos depois, em 2001, foi lançada uma versão especial do Mega Drive, do Show do Milhão, programa de perguntas e respostas de Silvio Santos. 
1989 
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A Nintendo criou, a partir das idéias do engenheiro Gumpei Yokoi, o GameBoy. Tratava-se de um videogame realmente portátil, simples (o processador principal rodava a apenas 1,1 Mhz e sua tela era preto e branco), eficiente (suas baterias duravam até 20 horas ininterruptamente) e barato. 
1990 
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A produtora SNK anuncia o seu primeiro console, o Neo Geo. O console sacodiu o mercado com seus jogos "arcade perfect" e o preço alto (no lançamento, no Japão, ele custava US$ 650, e cada cartucho saía porUS$ 200). Por isso, o Neo Geo não se popularizou. 

No mesmo ano, nascia o Super Famicom, que ficaria famoso no ocidente com o nome de Super Nintendo Entertainment System (SNES). Entre suas inovações, ele conseguia colocar até 256 cores simultaneamente na tela, de uma paleta de mais de 32.000 cores; movimentava sprites (com efeitos de rotação, zoom e transparência) bem mais complexos do que o Gênesis, tinha controle de oito botões. 
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1991 
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Para aproveitar o mercado de portáteis inaugurado pela Nintendo dois anos antes, a Sega lança o Game Gear. Melhor tecnicamente que o GameBoy (com o mesmo processador do Máster System, tela colorida 24 Kb de memória RAM), o portátil da Sega pecou pela falta de jogos. 
1994 
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Depois de fracassar ao tentar transformar o Mega Drive em um console que rodava CD com acessórios, a Sega lançou o Saturn. Apesar da superioridade técnica, o videogame ficou famoso mesmo pela excelência em jogos 2D, devido à boa memória para texturas. 

No mesmo ano, a SNK notou que seu NeoGeo estava muito caro e lançou o Neo Geo CD. As principais diferenças, além do drive de CD, eram a capacidade de armazenamento interno e mais memória RAM. Além disso, os jogos ficaram muito mais baratos.
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No final de 1994, mais um lançamento revolucionário para o mercado de videogames. A Sony lança no Japão o Playstation, seu primeiro console. Lançado nos Estados Unidos no final de 1995, o Playstation impressionou pela qualidade gráfica e pela jogabilidade. É até hoje considerado um dos videogames mais bem-sucedidos da história. 
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1996 
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Primeiro console de 64 bits, o Nintendo 64 trouxe a um novo patamar o poder gráfico e a criação de efeitos realistas. Seu principal defeito era a mídia usada para os jogos, os cartuchos, mais caros que os já populares CDs. 
1998 
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A Sega lança seu Dreamcast, também com alto poder de processamento gráfico. Seu principal diferencial era um modem de 56 Kbps integrado, que permitia o acesso à internet e jogos online. No Brasil, o console foi lançado pela TecToy, em 1999. 
2000 
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O PlayStation 2, lançado em 2000, continuou o legado de sucesso do PlayStation. Tinha como principais características a compatibilidade com jogos do original e o fato de rodar DVDs.
2001 
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A Nintendo não fica para trás e também lança seu videogame que roda DVD, o Nintendo GameCube. No entanto, a empresa aposta em mini-DVDs, para conter a pirataria. Essa pode ter sido uma das razoes para o fracasso do console, que não decolou em todo o mundo. 

No mesmo ano, um novo competidor entrava no mercado: a Microsoft lançou o Xbox. Compatível com DVDs e com um disco rígido para salvar jogos e músicas, o console possuía poucos jogos exclusivos.
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2005 
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É quando tem início a sétima geração dos consoles, com o lançamento do Xbox 360.
2006
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A Nintendo lança o Wii, videogame que traz de volta o conceito de “diversão para a família”, perdido provavelmente nos tempos do Mega Drive. O console promove o retorno, também, da Nintendo, que volta a dominar o mercado com um videogame que muda a forma de jogar e aposta em preços baixos.

Na contramão da Nintendo, a Sony apresenta, no mesmo ano, seu Playstation 3. Primeiro console compatível com Blu-ray, o videogame aposta em capacidade de processamento gráfico extrema. Vem consolidando-se como um equipamento para gamers, que preferem jogos complexos e realistas à títulos divertidos e interativos. Devido ao alto custo do console e dos jogos, tem tido pouco sucesso em termos de vendas. 
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Por: Anderson Dias


fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13312